A Prefeitura e o Governo de São Paulo com a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível) realizam uma força tarefa para combater fraudes em postos de combustíveis conforme notícia vinculada no SP.GOV.

As fiscalizações analisam tanto a qualidade quanto a autorização de funcionamento; e foi intensificada em fevereiro/17 devido ao acordo firmado entre a Prefeitura e o Governo do Estado, que estabelecem estratégias de órgãos municipais e estaduais com
as Secretarias de Estado da Fazenda, Justiça e Defesa da Cidadania e da Segurança Pública, Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível), Fundação Procon-SP e Ministério Público, para combater fraudes de combustíveis.

O objetivo é defender o consumidor e analisar se as regras estabelecidas pelas legislações vigentes estão sendo cumpridas. Conforme citado pelo Governador de São Paulo Geraldo Alckim, foram encontrados problemas como:

Bomba baixa (fraude volumétrica): consumidor solicita abastecimento de 30 litros, no visor da bomba aparece o solicitado, porém, só é abastecido no tanque 28 litros.
Qualidade do produto: água no álcool; solvente na gasolina.

Estes problemas são considerados graves para o Controle de Qualidade das empresas, prejudica a marca, o seu posicionamento no mercado e não atende as legislações vigentes.

Como saber se o álcool está dentro dos parâmetros de qualidade?
Atualmente a Resolução da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível) número 19 de 20/04/2015 tem em seu regulamento Técnico 2/2015 duas metodologias que permitem de modo simples e rápido avaliar se o álcool é de boa qualidade e se podem ser comercializados em postos de combustíveis:

1. Medida da condutividade elétrica.

2. Medida do pH.

Além disso, existem duas normas que devem ser seguidas para estas metodologias, e que foram estabelecidas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas


1. NBR 10891/13 - especifica o método potenciométrico para determinação do pH em etanol hidratado combustível, contendo até 3 % volume/volume (% v/v) de hidrocarbonetos.
2. NBR 10547/16 - especifica um método para a determinação da condutividade elétrica em etanol anidro e hidratado combustível.

Vale lembrar que essas metodologias foram atualizadas e alguns dos procedimentos estabelecidos até 2011 sofreram alterações.

Essas alterações implicam nas seguintes exigências:

·         Uso de “Soluções padrão para calibração MRC” (ISO Guia 34);

·         Uso de “Sistema termostatizado”, com “Vaso termostatizado” –DM-V1, para calibração de pHmetro e Condutivímetro.

·         Alteração da temperatura da “análise e calibração” para 25 °C.

·         Tempo de análise de 2 minutos.



A Digimed desenvolve e fabrica equipamentos para que as indústrias atendam as essas exigências legais, como os Medidores de pH, Condutividade, SensoresVaso Termostatizado  e Soluções Padrão MRC (ISO Guia 34que são específicos para medições de álcool.

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